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21 DE JULHO
18h30 - Abertura com Diretor Prof. Jeferson Fagundes
Local: Anfiteatro Nobre
20h - Reunião Dos Coordenadores De Curso Com Os Docentes
Dirigida aos Coordenadores de Curso e a todos os docentes da graduação e pós-graduação.
Local: Salas de Aulas
22 DE JULHO:
19h - Capacitação sobre TCC – Prof. Hélcio Lanzoni – Coordenador de TCC
Objetivo: Conhecer os Manuais (TCC I e II) e as Ferramentas de orientação do Ambiente Virtual de Aprendizagem.
Dirigida aos Coordenadores de Curso e a todos os docentes da graduação.
20h - Capacitação sobre Estágio – Profa. Cristiane Soncino – Coordenadora do Núcleo de Estágio
Objetivo: Aprofundar os conhecimentos sobre o Regulamento e as Ferramentas do Ambiente Virtual de Aprendizagem.
Dirigida aos Coordenadores de Curso e aos professores de Estágio.
Local: Anfiteatro Nobre
23 DE JULHO
19h – Palestra: Letramento Digital: ferramentas da Web 2.0 e redes sociais em ambientes virtuais colaborativos
Profa. Dra. Stela Piconez
(http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=C438721 )
Dirigida aos Coordenadores de Curso, docentes da graduação e pós-graduação, Coordenadores de Polo e Tutores Presenciais.
Local: Sala do prédio do Direito com wifi e mobilidade de cadeiras – solicitação da palestrante
24 DE JULHO
8h às 11h - Voz e corpo no ambiente de aula da FIC
Profa. Dra. Gladis Linhares
Dirigida aos docentes recém-contratados da graduação e pós-graduação .
Local: Estúdio 1
11h às 12h - Maquiagem
Dirigida aos Coordenadores de Curso e a todos os docentes da graduação e pós-graduação.
Local: Estúdio 1
Ecoeficiência significa INTEGRAR desempenho ecológico com econômico. Por exemplo, quando uma indústria de bebidas trata seu resíduo líquido e ao invés de despejá-lo na natureza, trata-o e reutiliza-o em seu processo produtivo. Assim gera desempenho ecológico ao não poluir os ecossistemas e desempenho econômico ao reduzir os gastos com o insumo água.
As abelhas também podem contribuir para a ecoeficiência de empresas, especialmente para ecoeficiência fazendas de café. O estudo liderado por Taylor Ricketts, pesquisador da Universidade de Stanford e do WWF (Fundo Mundial para a Natureza) e foi publicado recentemente no periódico "PNAS", da Academia Nacional de Ciências dos EUA (www.pnas.org). O grupo mediu a produtividade de cafeeiros em uma fazenda de 1.065 hectares no Vale Geral da Costa Rica e constatou que plantas num raio de 1 km de um fragmento de floresta nativa produziam 20% mais grãos. A polinização (transporte de pólen de uma flor para a outra que fertiliza a planta) realizada pelos insetos da floresta também era mais eficiente: a quantidade de sementes malformadas nesses cafeeiros foi 27% menor.
O aumento de 20% na produtividade dos cafeeiros próximos à floresta correspondeu a
61.716 dólares, ou 7% dos resultados da fazenda.
As abelhas fazem parte das populações de polinizadores, como pássaros, borboletas, besouros, morcegos, roedores entre outros.
Agronômicas da França (Inra), estimou que o valor dos serviços prestados por insetos chegue às cifras de
150 bilhões de euros. Esse valor é equivalente a 10% do PIB agrícola mundial.
Segundo relatório da FAO (organização da ONU para a agricultura), 45% das espécies de abelha no mundo desapareceram nos últimos 50 anos.
Mas há solução, o Brasil por exemplo disponibilizará três milhões de dólares nos próximos cinco anos para bolsas envolvendo polinizadores. Esse dinheiro será oferecido por meio de parcerias entre o Ministério do Meio Ambiente e o Fundo Brasileiro para Biodiversidade (Funbio).
Esse dinheiro todo poderia ser aplicado na seguinte solução, citada por Hawken, Lovins e Lovins (1999):
• Investindo no Capital Natural: essa estratégia compreende investir na sustentação, na restauração e na expansão dos estoques de capital natural (serviços prestados gratuitamente aos homens pelos ecossistemas). Isso estimula a biosfera a produzir mais recursos naturais.
Pelo jeito, quando um empresário for projetar os gastos com adubos para uma fazenda de café, poderá computar um investimento com manejo de abelhas ao redor de seus cultivos.
ABELHAS > POLINIZAÇÃO > FRUTOS > MAIOR PRODUTIVIDADE > MAIOR O LUCRO
Referências:
ttp://blogs.estadao.com.br/andrea-vialli/um-forca-para-os-polinizadores/
HAWKEN, Paul; LOVINS, Amory; LOVINS. Hunter. Capitalismo natural: criando a próxima revolução industrial. São Paulo: Cultrix, 1999.COMO ESCOLHER
Na hora de escolher qual curso e onde fazer é preciso ficar atento a algumas questões para não ser prejudicado. A coordenadora dos Cursos à Distância da Universidade Paulista do Setor Bueno aconselha a observar a estrutura da faculdade, ver se é uma instituição séria e procurar no site do MEC se o curso é reconhecido e tem turmas formadas.
Segundo a Secretaria de Educação a Distância do Ministério da Educação, a escolha do curso a distância deve ser feita da mesma maneira que a escolha de um curso presencial observando aidoneidade e reputação da entidade, bem como dos coordenadores e professores do curso. Também é indicado conversar com pessoas que já estudaram ou estão estudando na unidade. Para o caso de cursos que conferem titulação, solicite cópia ou referência do instrumento legal (credenciamento e autorização do MEC ou do Conselho Estadual de Educação) no qual se baseia sua regularidade.
Opção para moradores distantes
Para o presidente da Associação Brasileira de Ensino à Distância (ABED), Frederic Litto, este sistema reúne diversas vantagens. A primeira está na possibilidade de incluir em todas as formas de educação formal e informal as pessoas com deficiências físicas e mentais que não tem como frequentar instituições convencionais de aprendizagem. Também, pessoas que moram em lugares isolados, afastados dos locais onde é possível obter novos conhecimentos e habilidades. No Censo do MEC, as insituições indicaram uma média de 42% de alunos de cursos à distância fora do estado sede, estudando em polos educacionais.
Por: Flávia Moreno
Fonte: http://www.ohoje.com.br/cidades/11-04-2010-dobra-numero-de-alunos-a-distancia/
Dados do Ministério da Educação mostram que um em cada cinco novos alunos de graduação no País ingressam em um curso a distância. Ou seja: cerca de 20% dos universitários já estudam entre aulas na internet e em pólos presenciais. Os números indicam um rápido avanço da modalidade, ainda pouco conhecida da maioria da população.
O grande impulso para o crescimento do modelo semi-presencial – apesar do nome, aulas totalmente a distância são proibidas pela legislação – foi dado pelo próprio governo, com a criação da Universidade Aberta do Brasil, em 2005. A instituição tem 180 mil vagas em cursos superiores oferecidos em parceria com universidades federais.
No mês passado, a Universidade de São Paulo (USP), que até então resistia em adotar o modelo, lançou junto com o governo do Estado seu primeiro curso a distância, uma licenciatura em Ciências voltada também para formação de professores. A primeira turma a distância da Universidade Estadual Paulista (Unesp) começou suas aulas neste semestre.
“Os estudantes são atraídos pela versatilidade, modularidade e capacidade de inclusão que a metodologia oferece”, afirma o pesquisador Fábio Sanchez, autor do levantamento e um dos coordenadores do Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância. Por outro lado, a modalidade exige autonomia do estudante, porque as aulas são construídas por meio de tecnologias como fóruns de discussão, videoconferências e chats pela internet.
Algumas avaliações também podem ser feitas online, mas as provas devem ser presenciais, assim como parte do conteúdo das aulas e atendimentos com os professores. “A tendência é que a educação presencial e EAD se misturem cada vez mais no futuro”, afirma Sanchez.
Por enquanto, o modelo a distância tem mantido taxas altas de crescimento (50% ao ano, em média), enquanto o avanço da graduação presencial tende a se estabilizar (3,5% em 2008). Além da presença forte no setor público, diversas universidades e faculdades privadas adotaram nos últimos anos o modelo a distância, tanto na graduação quanto na pós.
“A graduação EAD vai crescer cada vez mais porque o presencial não consegue atender todo mundo”, explica Marta Maia, professora da Fundação Getúlio Vargas em São Paulo e membro do conselho científico da Associação Brasileira de Ensino a Distância. “A modalidade atrai pessoas que trabalham para sustentar a família, têm mais de 30 anos ou que moram em cidades onde não há universidades. E no Brasil há muita gente com esse perfil.”
Desempenho. Na avaliação do o secretário de Educação a Distância do MEC, Carlos Eduardo Bielschowsky, o Brasil ainda passa por um processo de aceitação e conhecimento do que é a modalidade. “A EAD é um fenômeno mundial e aqui no Brasil ainda demorou para se estabelecer.” Ele cita o resultado das avaliações do ensino superior conduzidas pelo ministério que mostram desempenho semelhante e em alguns casos superior dos estudantes de EAD em relação ao alunos de cursos presenciais.
Especialista esclarece principais questionamentos sobre Educação a Distância
Jeferson Fagundes é Diretor de Educação à Distância do COC. Fagundes responde, abaixo, as principais dúvidas sobre cursos de EAD e a dinâmica da
1) Como funcionam os cursos de Educação a Distância no COC? Quando foram implantados?
Jeferson Fagundes: O COC foi credenciado pela Portaria Ministerial n. 2969 de 29 de agosto de 2005 para a oferta de cursos superiores a distância e para a oferta de cursos de pós-graduação a distância pela Portaria Ministerial n. 2310 de 6 de agosto de 2004.
A
Para o ano de 2010 ofereceremos o Curso de bacharelado em Turismo.
No âmbito da pós-graduação lato sensu oferecemos os cursos de:
• Educação a distância;
• Gestão Educacional
• Direito Empresarial e Relações com o Mercado;
• Direito Processual Civil;
• MBA
• MBA em Finanças e Controladoria
O acompanhamento (credenciamento, autorizações e recredenciamento) para as Instituições que oferecem cursos na modalidade a distância são realizados pelo ministério da educação- MEC, por meio da Secretaria de Educação a Distância - SEED.
2) Como funciona o sistema? Há aulas presenciais? Quantas vezes por semana? Como funciona o atendimento ao
aluno ?
Jeferson Fagundes: Os cursos são 20% presenciais, em telessalas, e 80% a distância. Uma vez por semana o acadêmico assiste às aulas interativas, que são transmitidas em tempo real pelo professor da disciplina, via satélite, a partir da sede, localizado
O aluno é avaliado pela seguinte composição:
Participação nas Atividades proposta aos acadêmicos; Participação Eletrônica contempla o acesso e a participação em fóruns, bem como o acesso aos materiais disponibilizados no ambiente virtual de aprendizagem- AVA (Portal Acadêmico) para o auto-estudo; Provas Eletrônicas e Provas Presenciais.
Atualmente estão matriculados 24.500 alunos de graduação e 1.600 de pós-graduação atendidos por 214 (duzentos e catorze) professores. O quadro de tutores presenciais é composto de aproximadamente 600 profissionais distribuídos nos 146 polos no Brasil. Cada tutor presencial acompanha nos polos uma turma com no máximo 50 alunos.
3) Entre as tendências e novidades para 2010 dos cursos EAD do COC, quais os principais apontamentos em cursos ou em equipamentos?
Jeferson Fagundes: A novidade para 2010 será o oferecimento do curso de bacharelado em Turismo, considerando a necessidade de qualificação de recursos humanos para o País que sediará a Copa do Mundo de 2014, Jogos Mundiais Militares em 2011 e Olimpíadas em 2016. Novos programas de Pós-Graduação, além diversos nivelamentos e mini-cursos específicos, como exemplo, Projeto Língua Brasileira dos Sinais, na área de informática, tanto para os acadêmicos quanto para a comunidade.
4) Qual o custo médio dos cursos?
Jeferson Fagundes: Os investimentos nos cursos são menores que os cursos na modalidade presencial. Em média a mensalidade fica em torno de R$193,00 (cento e noventa e três reais) quando o pagamento é efetuado no vencimento.
5) Em relação à aceitação no mercado de trabalho, o aluno graduado pela EAD tem as mesmas possibilidades do que um aluno da graduação presencial? O diploma tem validade como de outras graduações ou há alguma restrição?
Jeferson Fagundes: As pesquisas têm indicado que a aceitação no mercado de trabalho é igual ou maior no que se refere aos profissionais oriundos de cursos na modalidade a distancia. Aos poucos o empresariado brasileiro tem acesso aos nossos formandos e pode constatar a competência destes profissionais. O Ministério da Educação que é o órgão maior de regulação e regulamentação da educação no Brasil não faz qualquer distinção entre os cursos presenciais e a distancia. A empresa ou órgão público que fizer quaisquer restrição aos alunos de cursos de ensino a distancia estará ferindo a Constituição Federal.
6) Como saber qual o pólo mais próximo do meu município? Há alguma restrição para matrícula em alguma parte do Brasil?
Jeferson Fagundes: O nosso endereço na internet www.estudeadistancia.com traz a relação de todos os polos regularmente credenciados e aptos a oferecer os cursos. Não existe nenhuma restrição para a matricula nos polos da FIC.
7) Há um acompanhamento sobre o desempenho dos alunos de EAD no mercado de trabalho?
Jeferson Fagundes: No mês de outubro de 2009 formamos a primeira turma do curso de Licenciatura em Letras, todos os nossos alunos estão ocupando seus lugares no mercado de trabalho.
8) Onde encontrar informações sobre o vestibular, cursos e inscrições sobre os cursos EAD do COC?
Jeferson Fagundes: O nosso endereço na internet www.estudeadistancia.com traz todas as informações sobre o processo seletivo. O próximo vestibular será no dia 24 de janeiro de 2010.

Um lápis, um caderno velho, lembranças e rabiscos: são com esses elementos que a história de vida do estudante de EAD do curso de Letras, Gilvã de Jesus Mendes, deficiente físico e vítima de paralisia cerebral, ganhou as páginas do livro escrito por ele, “Queria brincar de mudar meu destino”.
E a brincadeira, sem pretensões como qualquer jogo infantil, ganhou contornos de realidade. Os estigmas que geralmente se colam a pessoas como o baiano Gilvã (deficiente, negro, pobre e nordestino) não serviram de barreira, mas como mola propulsora para que esse estudante de 25 anos chutasse o discurso de ausência com que algumas pessoas o enxergam à primeira olhada e encontrasse na educação e na literatura uma forma de ser grande, ser inteiro. O resultado de sua trajetória é contado em seu livro, que fala sobre deficiência e inclusão a partir da história de amor entre um jovem e a poesia. “A ideia surgiu na minha infância. Quando criança pegava um lápis e escrevia num caderno velho as histórias da minha vida”, relembra.
Gilvã é um dos brasileiros com necessidades educacionais especiais que estudam por meio de EAD. E para dar suporte a essas pessoas, a tecnologia assistiva entra em cena, disponibilizando diversas plataformas educacionais: para deficientes visuais ou cegos, há softwares gratuitos que promovem a conversão automática do arquivo de texto em sinais sonoros; os deficientes auditivos podem ter acesso ao próprio material escrito, mas no sistema de ensino COC, por exemplo, é disponibilizado um intérprete de libras nos próprios polos, com o objetivo de que os regionalismos comuns à língua portuguesa não atrapalhem o entendimento do conteúdo didático.
A comunicação entre e para deficientes auditivos também ganha apoio por meio de uma das características atuais desse público – eles estão bastante inseridos no mundo da tecnologia, como explica a coordenadora do curso de Pedagogia da Faculdade Interativa COC, Marina Caprio. “Os surdos são altamente tecnológicos, usam bastantes torpedos, chats”, explica.
Adesão - A educação a distância de fato abre uma gama de possibilidades à formação de pessoas com deficiência. Contudo, a participação desse público ainda não é tão vasta assim. O setor de EAD cresceu 200% nos últimos quatro anos, conforme dados do Anuário Brasileiro Estatístico de Educação a Distância, mas dos 300 mil alunos de graduação a distância, apenas 137 são deficientes (Censo da Educação Superior de 2007).
Os maiores beneficiados são os portadores de baixa visão, que representam 38,68% do montante total. Em seguida, aparecem os deficientes físicos (29,19%), cegos (17,51%), deficientes auditivos (7,29%), surdos (3,64%), deficientes mentais (2,18%), alunos com múltipla deficiência (0,72%) e aqueles com transtornos globais de desenvolvimento (0,72%).
Caprio avalia que o número de pessoas com necessidades educacionais especiais ainda é reduzido devido ao perfil não inclusivo da educação básica brasileira. “A principal dificuldade desse público não é ir ao polo de ensino. A questão é que não temos jovens e adultos que concluíram os estudos, nossa educação básica não está preparada para esse público, não possibilita a inclusão deles”, esclarece, prevendo que quando essa realidade tiver sido resolvida e superada, será possível maior inserção dessas pessoas no ensino superior.
EAD e seus sonhos – É crescente a procura em todo o país por cursos a distância por parte dos alunos com necessidades educacionais especiais, destaca Marina Caprio. “Temos alunos com deficiência visual, auditiva e física matriculados regularmente. Tem aumentado a demanda”, pondera. Gilvã também destaca que nesses últimos anos a busca por esse método tem aumentado gradativamente. “Vejo isso lá na faculdade e logo creio que as pessoas com deficiência têm encontrado uma forma de inclusão tanto na sua vida profissional como na social.
O preconceito também vem diminuindo consideravelmente, pois as pessoas não estão tendo tempo para estudar presencialmente, então buscam uma faculdade EAD”.
O estudante-escritor-poeta avalia que gosta da modalidade a distância porque ela dá mais autonomia ao aluno, já que ele próprio pode programar o seu tempo para estudar, incentivando “um espírito desbravador”, nas palavras dele. “São os tutores e professores que nos inspiram isso”, explica. Diferentemente dos cursos presenciais, em que, segundo ele, os professores deixam os alunos dependentes e pouco proativos.
O mundo de possibilidades que o método oferece não para de crescer, assim como os sonhos de Gilvã: o homem que queria brincar de mudar seu destino quer seguir a carreira de escritor, sonha em fazer uma pós por meio de EAD no futuro e convida os leitores que olham para si e ainda duvidam de suas potencialidades com uma frase-chave de seu livro: “O homem não é fruto do meio e sim dos seus sonhos”.
Por Luana Almeida/SP
Fonte: JC Concursos em http://jcconcursos.uol.com.br/Concursos/Concursos/Noticiario/c-contador-de-historias-21865